Superávit da Previ
Tenho recebido vários emails e comentários questionando a distribuição do superávit e o porquê de tudo estar tão silencioso. Não tem segredo nenhum, se há alguma negociação, como alguns colegas colocaram, não me chamaram a participar. O que eu deduzo é que o Banco está interessado em negociar porque tem um grande interesse em dividir esses resultados, porém os representantes das entidades não têm estimulado essa discussão em função da Resolução CGPC 26 e das ações judiciais que suspenderam seus efeitos.
Alguns colegas pedem minha opinião sobre o assunto e eu não tenho me manifestado por entender que na votação da enquete que perguntava se os colegas concordavam ou não que o Banco levasse parte do superávit, teria ficado clara qual era minha posição sobre este assunto.
Hoje estamos vivendo um período de retomada da situação que a Previ se encontrava antes da crise econômica. Este ano (2009) devemos fechar com um resultado bem melhor que o do ano passado. E é lógico que vem a pergunta: e o superávit? Não vai ser discutido? E a resposta é: sinceramente, "não sei". Temos que refletir duas coisas: em primeiro lugar o apetite do patrocinador e em segundo lugar, 2010 é ano de eleições para Previ e com certeza ninguém vai querer disputar eleições sem a discussão devida do superávit. Por um lado, é muito bom que haja esta eleição para provocar a discussão e acelerar as negociações, mas por outro acaba cheirando a oportunismo, pois até o momento tudo está parado e a justificativa é a Resolução CGPC 26 e as ações judiciais que suspenderam seus efeitos.
O único motivo que não tenho falado muito sobre o assunto é porque não há novidades e, muitas vezes, evito ser repetitiva, batendo na mesma tecla, mas quero colocar um pouco de lenha nessa fogueira e lembrar os colegas que 2010 será um ano muito movimentado, com eleições para Cassi, eleições para Previ (mudarão 2 Diretorias eleitas - Planejamento e Administração - eu e o Alexandre saíremos e não podemos ser reeleitos e o Presidente - Sergio Rosa também não poderá ser indicado, pois o prazo previsto no estatuto é de 2 mandatos; 1 Conselheiro Deliberativo titular e suplente (Odali Cardoso e Luiz Carlos Teixeira) e 1 Conselheiro Fiscal titular e suplente (Carlos Alberto Sousa e Fernanda Carisio), além dos Conselheiros Consultivos do Plano 1 e Previ Futuro. Em 2010 também haverá eleição presidencial que, dependendo do resultado, mais mudanças na gestão da Previ poderão ocorrer.